domingo, 17 de julho de 2016

Dia de Proteção das Florestas

Das vastas florestas verde escuras de pinheiros nas costas da serra Nevada canadense aos grandes scrubs verde amarelados ressequidos das escarpas suaves Darling australianas.

Das florestas temperadas de folhas multicores da península de Kamchatka russa às pradarias da patagônia argentina.

Elas vem cobrindo as costas da Terra, cobrindo suas feições esculturais de relevos variados, como pelos adornando o corpo perfeito. Os pelos da Terra!

Vermelhos no outono das florestas de decíduas da planície central norte americanas, verdes úmidos nas planícies sul americanas, amarelo espinhosos nas estepes russas e africanas, encharcadas nas planícies encaixadas da ásia de sudeste!

Únicas em suas gigantescas formas como as sumaúmas amazônicas, os baobás africanos ou as sequóias norte-americanas.

Miúdas e quase imperceptíveis no chaparral mexicano, nos mangues sul americanos, sob terra, areia ou água! Estão lá! Vitoriosas!

É nosso dever proteger esses seres encantadores agrupados com o nome de florestas mas que envolvem desde a raiz mais profunda da arbustiva xerófita até a galhada ponteira da mais elevada arbórea. Da gramínea das tundras que só tem três meses para florescer no inverno polar até a "barba de velho" que farfalha sob o vento nas matas costeiras do atlântico sul americano.

Elas são coberturas vivas! Pulsam vida! Elas enchem os olhos, a mente e o coração sem dizer uma só palavra!

Tire o fone dos ouvidos olhe pela estrada quando elas raramente ainda aparecem e veja! Abra o vidro do carro e ouça, pare o carro, saia do fluxo "normal" e "experado". Tome uma trilha diferente!

Cale-se!

Ouça!

O vento a soprar-lhe as ventas dos galhos!

Suas folhas agitando-se!

Suas risadas quando chove!

Seu aroma quando banhada pela primeira saraivada de gotas de água!

Seu frescor quando amanhece!

Seu ar quente e adocicado ao meio dia!

Caminhe por ela!

Peça licença! Contemple!

Mesmo que em um documentário de televisão!

Ou páginas de uma revista de papel ou digital!

Tente ouvir com o poder da mente o som de milhares de seres que falam sem dizer uma palavra na língua humana!

Das florestas verdes fechadas do alto Amazonas, as coxilhas do pampa rio grandense! Dos atoleiros pantaneiros à caatinga do Crato nordestino, dos campos acreanos aos campos da Roraima! Das encostas floridas de manacás da Mata Atlântica aos campos de Cerrado do planalto central!

Viva! Viva! Viva as florestas!

Proteja um dos maiores patrimônios vivos de nosso planeta!

Dia de Proteção às Florestas!

Um dia de reflexão silenciosa e retalhante para todos!

quinta-feira, 31 de março de 2016

Uma Palavrinha sobre o acidente na região de Mariana a Companhia Vale do Rio Doce e a Companhia BHP Billiton!

... ouvindo Edie Brickell & New Bohemians "What I Am"


https://www.youtube.com/watch?v=tDl3bdE3YQA



Já perdi a conta de quantos acidentes já li, já vi e já estive envolvida tanto da parte do empreendedor da intervenção - daqui para frente nomeado o vilão - quanto do parte do ambientalista - daqui para frente nomeado o herói. Este último, por sua vez, - ou já começa morto na história e não sabe - ou -  sabe! Mas quer tentar transformar seu martírio em uma possibilidade de melhora das dores para os próximos "heróis que já começam a batalha mortos", do por vir.

Quando soube a cerca da tragédia de Bento Rodrigues - uma das "seis" cidades que sumiram do mapa na BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO DOCE senti os músculos, a carne e os ossos do corpo todo tremerem e se soltarem uns dos outros, em um desfalecimento que só experimentei uma vez na vida, quando vi minha morte quase me tomar pela primeira vez!

Não me preocupo com as críticas e taxações de exagero. Só quem meteu o pé nessa lama que é a gestão ambiental e socioambiental no Brasil sabe muito bem que o romantismo, o heroísmo e o martírio vitorioso ficam só nos videozinhos das ONGs milionárias. Na real a vivência é de outra espécie! Na própria carne a dor não é só cor!

Para uma historiadora, geógrafa, pesquisadora, professora, ambientalista, gestora socioambiental, mulher e - antes de tudo - ser humano o pânico é total. Sei o barulho que uma queda de barreira faz quando cai, sei o cheiro de lama pútrida e fétida que fica por meses e meses no ar e se espalha por toda a parte chegando até cruzar as cristas das serras que compartimentam O Vale do Rio Principal e toda A Bacia Hidrográfica. É um cheiro que deve se aproximar ao cheiro do inferno, só que úmido, que se infiltra pelas narinas, pelos poros da pele e que varre o localidade geográfica em que se dá e seu entorno, chegando a descer pelas outras vertentes de outro vale, onde se encontra a Bacia Hidrográfica vizinha já semi morta por outro projeto, pois todas as Bacias Hidrográficas são Agentes Modeladores do Relevo e nesta ação expõem Ocorrências Minerais de elevado teor Mineralógico e altíssimo valor Estratégico, Geoestratégico e Econômico. Muito provavelmente uma vizinha que terá o mesmo fim da que hoje morre tragicamente dia após dia, agonizando lentamente em um mar de água Bruno Avermelhada.

Essas são as coisas da mineração e as coisas da mineração no Brasil - compêndio a parte - onde o problema não é apenas a corrupção humana e a corrupção das instituições envolvidas direta ou indiretamente, mas a corrupção absoluta de tudo o que compõe a trágica história! Desde a primeira palavra escrita no primeiro pedido de L. A. - Licença Ambiental. Geralmente o início de tudo!

E como diz Saruman, personagem do nosso amado J.R.R. Tolkien na obra "O Senhor dos Anéis: As Duas Torres": "O poder corrompe. O poder absoluto corrompe absolutamente.".

Já vi esses projetos serem lançados por dedos ligeiros - algumas vezes os meus - pela primeira vez em uma tela de computador, serem impressos pela primeira vez e seguirem ainda em papel quente para o Ministério do Planejamento, Ministério do Interior, Ministério da Ciência e Tecnologia, Ministério do Meio Ambiente, Polícia Ambiental, ICMBio (que muita gente ainda chama de IBAMA), IPHAN, CETESB, AES ELETROPAULO e tantos outros órgãos públicos ou não para começar a "tramitação"...

Tramitação de um projeto pelas instâncias do Poder Legislativo, instâncias do Poder Executivo e instâncias do Poder Judiciário, deveria mudar de nome! Um nome mais simplificado! Tramitação pelos corredores do labirinto do inferno, carregados por capetas de diversas hierarquias.

Projetos belos! Poéticos! Líricos!

Com Medidas Mitigadoras e Compensatórias que fariam Chico Mendes chorar! Chorar e sussurrar:

SEU IDIOTAS! VOCÊS VÃO MESMO FINGIR QUE ACREDITAM NISSO? VÃO FINGIR PRA LEVAR QUANTO?

E é isso meus caros! Já começa encapetado "da partida"! Quantas vezes escrevi isso! Programas de "... recuperação de Patrimônio Natural, Ambiental, Antropológico, Histórico, Cultural, Arquitetônico e Artístico recuperados, conservados e/ou preservados 'da partida' das 'ações previstas pelo programa...' "!

Seis, sete, oito centenas de páginas! Volumes I, II, III, IV e V - Anexos! Promessas de fazer cansar qualquer um com quimeras de fazer o Estado Islâmico dar tiro de bazuca em quem arquitetou uma armação dessa envergadura! Executar sem filmar com o celular e sem publicar na internet, porque não vale a pena nem divulgar a execução de tão insossa criatura!

Naturalmente a pergunta que fervilha nos miolos é: "E por que tem que ser assim?".

E o capeta responde - in person : "Não 'TEM QUE SER ASSIM'. Não precisa ser assim! Se quiser mudar mude! Seja você o agente da mudança!" - enquanto fala seu sorriso é quase que imperceptível, bem como sua sentença de condenação ao inferno eterno, não fosse uma gota de veneno cintilando em cada iris brilhante dos olhos que não piscam.

Nunca piscam!

Tem capetas por aí que veem tudo!

Sabem de tudo!

Antecipam e criam a necessidade antes que o próprio empreendedor, comunidade envolvida, representante governamental, acadêmico convidado e/ou reles funcionário inocente sinta que é necessário...

Mas sabe como é! Temos sempre esperança! Somos ameaçados, vamos a juízo, achamos que ganhamos mas perdemos, desistimos, voltamos, morremos em nós mesmos tamanha a lassidão! E alguns anos depois, renascemos como a Fênix com nossos familiares, amigos, ex-alunos amigos e alunos amigos amados e adorados que nos enchem de esperança estudando se tornando profissionais e vindo na nossa direção unir forças conosco!

Aí escolhemos - é claro ir para os lados do herói que já está morto, mas que quer usar seu sacrifício para mover um milímetro que seja o que está debaixo da unha do capeta a décadas! Séculos, em alguns casos!

Depois de descobrir que é ele que finca a unha na sua espinha e na espinha de toda a equipe que você faz a gestão - porque o cramulhão nunca está sozinho - aí você vê que virar comida de pirarucu no fundo do rio Madeira não vai adiantar muito.

"... se não cuidar da sua doença de espírito, nem sua morte será útil." a voz do ancião sempre soa na minha cabeça como um trovão distante de uma tempestade que está por desabar e vem depressa e a distância não importa porque suas proporções são amazônicas!

Então surge uma oportunidade de trabalhar para o próprio, que enxergou em você alguém que pode cooperar porque torna-se cada vez mais necessário ser convincente nos textos dos Programas e Relatórios de Atividades Realizadas por Etapa de Implementação dos tais Programas nos Projetos Infernais, fazendo uso de cientistas, acadêmicos, letrados, pesquisadores, técnicos. redatores de texto e grandes profissionais de variados níveis sociais, econômicos, intelectuais e espirituais...

E ele vem. Vem ao seu encontro. Procura, cava, escava e te acha. Então envia um emissário que não levanta a menor suspeita e quando você percebe já está no local do encontro. Um prédio sem placa de identificação alguma, pintura desgastada e portas em péssimo estado de conservação. Após anunciar-se em um interfone caindo aos pedaços, as portas se abrem com um som elétrico-eletrônico que você nunca ouviu e então lá está!

Ele! O próprio inferno na mais luxuriosa de suas vitrines...

Você caminha meio que cambaleando e percebe que no inferno o carpete tem 7 cm!

Que o ar condicionado não te atinge como uma picareta na nuca, afinal o sopro do capeta é suave...

Vê que o capeta tem programas na Antártica, nos Andes, no Maciço da Etiópia... E em outros lugares do mundo que você conhece de colecionar fotos de paisagens incríveis que - como historiadora e geógrafa e mulher e ser humano, sonha em conhecer nas próximas encarnações quem sabe!

O capeta já está lá em seus sonhos e nos lugares dos seus sonhos também!

E ele te seduz, elogia sua inteligência em uma sala onde cada cadeira super estofada e confortável - como é o abraço do dito cujo - tem uma lâmpada dicroica suave, posicionada de forma a valorizar as feições do seu rosto e do rosto dos outros capetas, servos do capetas e futuros servos do capeta feito você!

Puxa... Não tem como resistir!

As imagens do super projetor, da tela que desce do teto sem fazer um ruído sequer, as discussões de nível muito superior, por parte de pessoas que detém conhecimento inimaginável sobre tudo!

Tanto que você se sente pequena!

Até que chega a sua vez!

Você vê a falha!

Você percebe que ninguém viu!

E você treme mas fala! Afinal é a sua chance de entrar para o time!

"... mas meus caros senhores e senhoras são 5 bacias hidrográficas nesta imagem não 3 como os senhores e senhoras afirmam ..."

E o silêncio é aquele que antecede a decida da lâmina na guilhotina.

Você vê o caminho aberto e tece um comentário onde mostra que sabe muito mais do que está mostrando que sabe.

Elogios aos cântaros, convites incríveis, até que vem a proposta irrecusável: te nomeiam chefe de equipe de campo e pra lá você vai, tentar morrer de forma útil mais uma vez!

Não faço ideia de quantos são os capetas estão envolvidos no caso do Vale onde se localiza a Bacia Hidrográfica do Rio Doce! Só penso que - da mesma forma como aparece no enredo do filme "Constantine" - o Diabo tem seus demônios e emissários que se manifestam em inúmeras formas e sob muitas hierarquias, desde os soldados até os mestiços e muito mais! E com a mesma generalização que banaliza uma complexidade perigosa se não for compreendida - um acidente ambiental afeta muito mais que o Rio Principal e as Cidades próximas a sua calha! Todos os rios afluentes componentes do Sistema Hídrico que tornam uma Bacia Hidrográfica típica de clima Tropical poderosa em Potencial Hídrico e Hidráulico envolvem muito mais que "seis" cidades ou uma contagem regressiva de mortos!

E as empresas do capeta deste trágico cenário do "Distrito de Mariana" - como se tamanha hecatombe ocorresse somente ali naquela parte da Bacia Hidrográfica - a Companhia Vale do Rio Doce (inacreditável essa coincidência desastrosa: o capeta ter o mesmo nome do inferno que gerou) e a "Anglo" Australiana BHP Billiton também tem seus meandros, afluentes, demônios soldados e mestiços. A mineradora Samarco... O nome "Anglo" para disfarçar a origem da BHP Biliton, anglo: palavra que tem vários usos, dentre eles fazer parte de um Sistema Sêmico (Semântica: estudo de significados - a grosso modo), chamado Anglofania no qual valoriza-se apenas países e cultura de origem Inglesa e reconhecem-se apenas a si mesmos como países de ponta tecnológica, científica, intelectual e acadêmica. Os franceses falam Anglése com desdém e mesmo sabendo o idioma se recusam a conversar! Pois sabem muito bem do poder de um idioma quando sistema sêmico elaborado para uso do poder! Muitos franceses são Francófanos! E não são diferentes dos Anglófanos em suas capetagens! Vi com os meus próprios olhos o que a ICOMI - mineradora francesa - fez na Serra do Navio no Amapá em minhas viagens pela região em 2000, 2003 e 2006! A serra foi batizada assim pelo falecido geógrafo e professor emértio da Universidade de São Paulo, Aziz Nacib Ab'Saber porque parecia-se com a proa de um navio! Hoje não tem proa, nem navio, nem jangada, tem um buraco enorme, o canal do dente do capeta!

Neste conjunto de trágicas histórias que - a seu modo - o desastre "do Distrito de Mariana" ajudou a trazer a tona na forma de matérias jornalisticas que foram atrás de similares e "descobriram" listas infindáveis de casos semelhantes, menos piores e piores, só mudam os nomes e o cenário! Mas são nomes que não podemos esquecer, tragédias que não podemos apenas ver passar nas telas de cristal de quartzo que saem às milhares de toneladas do Carajás, Pará, Brasil! Faça uma busca simples na internet por tragédias em Usinas Hidroelétricas no Brasil e Projetos de Mineração e irá encontrar grandes estudos realizados por destemidos "heróis mortos" da Universidade Federal de Minas Gerais, Universidade Federal de Ouro Preto e outros bravos do COPPE, Universidade Federal do Rio de Janeiro que estuda seriamente gestão de risco! SE-RIA-MEN-TE!

Mas por que só eles - os acadêmicos, vendidos ou não - estudam seriamente essas cousas?

Estudem seriamente vocês também! É a estrutura geológica e as redes hidrográficas do SEU PAÍS! Parem de sapatear no glitter lá na Avenida Paulista e tornem-se pesquisadores! Ora! Queixem-se, mas com base e não com letra de funk na voz de Alexandre Frota em trio elétrico em mais uma monótona tarde de domingo que nunca dá em nada faz favor!

Vejam o mapa da Bacia Hidrográfica do Rio Doce! Veja as cidades dispostas ao longo DA BACIA e conte:

Vale e BHP Plimpton:  "Seis! Truco! SEIS!"

Ambientalistas: "Mostra aew então que eu quero é ver!"

Vale e BHP Plinpton: "Dez mil, dez mil reais para cada uma das famílias que foram atingidas pela queda da barragem de mineração... São só 28, 27, 26, 25, 24, 23..."

Ambientalistas: "Mortos?"

Vale e BHP Plinpton "Desaparcidos!"

Ambientalistas: "Claro!" e todos sorriem com olhos de faca!

Mais uma vez o silêncio que antecede a lâmina da guilhotina a descer toma conta do diálogo!

Só quem vivenciou ou ousou pesquisar a fundo o que de fato acontece tem um ângulo aproximado do que pode ser chamado de "Realidade da Situação" e se a "Gestão de Crise" está a contento com o Grau de Impacto Ambiental de uma Intervenção Humana ou Ação Antrópica sobre um Espaço Natural.

Chequem os mapas de biomas dispostos pela Bacia Hidrográfica do Rio Doce. Chequem fotos de satélite da Foz da Bacia antes e depois do acidente!

Procurem pela quantidade de artigos e materiais midiáticos publicados antes da tragédia - porque alguns sons estranhos e rupturas na barragem de contenção de rejeitos da mineração foram comunicados semanas antes do acidente. Conte quantos minutos nos noticiários foram "dados" pela mídia a esta notícia e quantos para as outras notícias de interesse de outros capetas. Capetas se escondendo, capetas fugindo, capetas se disfarçando, capetas finalmente se mostrando em plena luz do diaaaaaa!

Algo de bom tem que vir com isso! Mesmo que seja uma conscientização maior e ações mais eficientes nos próximos protestos e críticas... Quem sabe uma valorização de todos nós cientistas ambientais que só não queremos que nossa morte seja inútil!

Ah sim queremos viver, trabalhar seriamente e ter um ganho razoável com nosso trabalho como qualquer um! Mas diferente como a maioria - acredito - queremos um país melhor, que se conhece, que valoriza suas riquezas naturais e minerais, que não permitem que mãos estrangeiras se metam no que é nosso e que - se bem avaliado e explorado com inteligência e sustentabilidade - nos tornaria um país mais rico, quiçá desenvolvido, ou melhor, ou até saindo da periferia tecnológica, investindo em pesquisa científica nacional, com qualidade de vida e até espaço para os corruptos continuarem seu pastelão e - ainda por cima - um país respeitável! Mais respeitável do que jamais poderíamos imaginar!

Basta "botar pra correr" os anglófanos, francófanos e outros nomes de diabo cobertos de latim e desenvolver a NOSSA TECNOLOGIA AMBIENTAL E SOCIOAMBIENTAL DE MINERAÇÃO!

E aí? Quem vai dar a cara pra bater? Quase 4 mandatos e nada!

Esta é a minha crítica!

Esta é a minha "Uma Palavrinha sobre Mariana a Vale e a BHP Billiton"!

E bom pós Páscoa para todos!

E tomara que não tenham enchido demais a cara de ovo de páscoa feitos de chocolate depois dessa porque aquelas embalagens demoram mais de 700 anos para se decompor e isso é uma questão ambiental também porque envolve...

kkkkkkkkkkk

Até a próxima "Palavrinha!"

L